A Blizzard abriu 2025 com um anúncio de peso no The Game Awards: Diablo IV: Lord of Hatred chega em 28 de abril de 2026 prometendo encerrar a saga de Mefisto e, de quebra, reacender a chama dos fãs que pediam a volta do Paladino desde Diablo II. A expansão coloca o jogador diante do Prime Evil em um cenário inédito, apresenta mudanças profundas no sistema de habilidades e redesenha o endgame — tudo temperado com duas novas classes e três edições recheadas de bônus.
Conflito final contra Mefisto — e a aliança improvável com Lilith
No arco principal, o Viajante terá de encarar Mefisto no auge da Era do Ódio. O roteiro coloca o herói lado a lado com Lilith, antiga antagonista, criando uma aliança frágil que deve balançar a moralidade de quem já zerou a campanha base. A promessa é de um desfecho cinematográfico digno da franquia, com escolhas que repercutem no pós-jogo.
Paladino retorna: como a classe se encaixa no meta atual?
Ausente desde 2000, o Paladino mistura aura divina, martelos sagrados e escudos de absorção — combinação que deve preencher a lacuna entre Bárbaro (brutalidade) e Cruzado (tank/cavalaria) vista em Diablo III. Quem curte builds híbridas vai descobrir novas sinergias graças às mudanças na árvore de talentos, que agora oferece skill clusters personalizáveis, similares aos board glyphs de Path of Exile.
Segunda classe misteriosa: o que esperar?
A Blizzard ainda guarda segredo, mas insiders falam em um arquétipo de controle de campo, possivelmente ligado à manipulação de sombras ou tempo. Seja qual for a escolha, a ideia é “remodelar o campo de batalha”, indicando crowd control pesado e mobilidade — perfeita para combos com o Paladino em co-op.
Skovos: o berço da humanidade em Santuário
Novo ato, nova geografia. Skovos mistura ruínas tropicais, templos submersos e catacumbas élficas, deixando de lado o clima gótico de Kehjistan. A região concentra dungeons temáticas e World Events focados em batalhas navais, algo inédito na série.
Endgame reformulado: Planos de Guerra & Ódio Ressonante
Para quem já está no nível 100:
• Planos de Guerra: missões moduláveis que permitem desenhar rotas de progressão, priorizando XP, loot ou reputação.
• Ódio Ressonante: corredor de hordas infinita com escalonamento dinâmico. A Blizzard mira na comunidade que curte pushar rankings, semelhante aos Greater Rifts de Diablo III, mas com desafios que alteram afixos a cada onda.
Imagem: Internet
Sistema de saque e criação: menos lixo, mais itens lendários úteis
Para reduzir o excesso de “itens cinzas”, a expansão traz um filtro de saques configurável e um crafting simplificado. O jogador define atributos prioritários, e o jogo destaca apenas o que realmente importa, poupando tempo na tela de inventário.
Edições disponíveis: qual faz sentido para você?
Padrão — campanha adicional e a expansão anterior “Vessel of Hatred”.
Deluxe — inclui mascote Skorch, montaria Bailisco de Skartara, cosméticos de Alta Guarda Celestre e Passe de Batalha Premium.
Ultimate — tudo acima + pacote Cavaleiros das Trevas, 3 000 de platina, Corcel do Reino Brilhante e visuais extras.
Se você gosta de colecionáveis in-game e planeja investir no próximo Passe de Batalha, a Deluxe já entrega ótimo custo-benefício. Para quem vive de transmog, a Ultimate é tentadora. Do contrário, a Standard garante toda a história sem pesar no bolso.
Com Paladino repaginado, região inédita e endgame mais inteligente, Diablo IV: Lord of Hatred parece pronto para resgatar veteranos e seduzir novatos de olho em um RPG de ação duradouro. Fique de olho: abril de 2026 promete sacudir Santuário — e sua árvore de builds.
Com informações de Adrenaline