A batalha pelo trono do mercado mobile ganhou um novo capítulo no fechamento de 2025. De acordo com o relatório preliminar da Counterpoint Research, a Apple encerrou o ano com 20 % de participação nas remessas globais de smartphones, crescimento anual de 10 % que destronou a Samsung (19 %). Na prática, significa que de cada cinco aparelhos embarcados em 2025, um deles trazia a maçã na traseira.
iPhone 17: motor da arrancada
A linha iPhone 17, lançada no último trimestre, foi o combustível dessa ultrapassagem. O novo chipset A19 Pro, construído em 2 nm, e o upgrade para câmeras de 48 MP com processamento fotográfico Neural Fusion melhoraram desempenho e autonomia, dois pontos decisivos para quem joga títulos competitivos como Call of Duty Mobile ou grava vídeos em 4K HDR para redes sociais.
Para quem analisa custo-benefício, vale lembrar que o iPhone 16 permaneceu como opção forte em mercados emergentes (Índia, Sudeste Asiático e Brasil), graças às quedas de preço pós-lançamento do sucessor. Com até cinco anos de atualizações de iOS garantidas, o aparelho continua competitivo frente a concorrentes Android mais novos na mesma faixa de preço — algo que pesa para quem busca longevidade antes de clicar em “adicionar ao carrinho”.
Como ficou o ranking global
Abaixo, o panorama das cinco principais fabricantes em 2025:
- Apple – 20 % (+10 % YoY)
- Samsung – 19 % (+5 % YoY)
- Xiaomi – 13 % (estável)
- vivo – 8 % (+3 %)
- OPPO – 7 % (-4 %)
Empresas menores, porém barulhentas, também chamaram atenção: Nothing cresceu 31 % apostando em design transparente e software limpo, enquanto o Google avançou 25 % impulsionado pelo Pixel 9 Pro com IA generativa on-device.
Por que a Samsung perdeu terreno?
A marca sul-coreana foi bem nos dobráveis Galaxy Z Fold5 e na linha intermediária Galaxy A55, mas enfrentou pressão de preço na Europa Ocidental e América Latina. O ciclo de renovação dos consumidores também alongou: mais gente manteve aparelhos Galaxy por 3 a 4 anos, impactando o volume de upgrades em 2025.
Escassez de memória pode mexer no seu bolso em 2026
Mesmo com o setor crescendo 2 % em 2025, analistas projetam retração de 3 % nas remessas para 2026. O motivo? Falta de DRAM e NAND, já que parte da produção foi desviada para datacenters de IA. Nos bastidores, isso pressiona os custos de fabricação e pode encarecer as próximas gerações de smartphones. Apple e Samsung, com supply chain robusto, tendem a absorver melhor o impacto; marcas voltadas ao custo-benefício podem repassar aumentos ao consumidor.
Imagem: Internet
O que isso significa para você?
• Atualização planejada: Se o seu celular atual já dá sinais de cansaço, olho nas promoções de iPhone 16/17 e Galaxy S24 – o histórico sugere forte competição de preço nos próximos meses, antes que os custos de memória apareçam no PVP.
• Jogos e produtividade: A diferença de 20 % no market share fortalece o ecossistema iOS em otimização de jogos, acessórios (como joysticks MFi) e apps de criação de conteúdo, o que pode pesar para gamers e criadores.
• Revenda: Modelos Apple tradicionalmente seguram valor por mais tempo; quem troca a cada dois anos pode recuperar parte do investimento na venda do usado.
No xadrez global, 2025 marca a primeira vez que a Apple assume a liderança anual completa, algo que pode redefinir estratégias de preço, inovação e suporte de software em 2026. Fique ligado: as próximas jogadas prometem esquentar ainda mais o mercado — e o seu feed de ofertas.
Com informações de Mundo Conectado