A Capcom finalmente detalhou Resident Evil Requiem, capítulo que chega em 27 de fevereiro de 2026 prometendo unir duas experiências quase opostas em um mesmo disco: o survival horror clássico de Grace Ashcroft e a ação tensa do veterano Leon S. Kennedy. Além do enredo fragmentado entre os dois protagonistas, o título estreia suporte nativo a NVIDIA DLSS 4.5 com geração de quadros, Ray Tracing e disponibilidade day-one no GeForce Now. Se você já pensa em colocar a aventura na pré-lista de desejos, vale conferir se o seu setup aguenta o recado — ou se está na hora de considerar aquele upgrade de placa de vídeo que andamos monitorando na Amazon.
Dois protagonistas, duas maneiras de jogar
Requiem repete a estrutura de alternância vista em Resident Evil 0 e RE2, mas inverte as expectativas. Enquanto Grace, filha da repórter Alyssa Ashcroft (RE Outbreak), encara o terror crú do Hotel Wrenwood com pouquíssimos recursos, Leon retorna pós-RE6 no melhor estilo “herói de ação” inspirado em RE4, agora armado até os dentes — inclusive com um machado capaz de parry. O resultado é um ritmo que promete ir do stealth angustiante a tiroteios de alto impacto em poucos minutos.
Survival horror na veia com Grace
Sem treinamento de combate, a agente administrativa do FBI precisa gerenciar munição, ouvir o próprio coração e evitar zumbis que mantêm hábitos da vida passada — como o antigo zelador que continua “limpando” corredores. Um novo predador, capaz de farejar sangue e atravessar paredes, mantém a tensão constante. Para quem prefere curtir a história sem tanto sufoco, a Capcom incluiu o Modo Casual.
Leon em modo ação total
De olho nos fãs que amam a pegada de RE4 Remake, o agente da DSO traz animações refinadas, quick shots e finalizações corpo-a-corpo. Entre as curiosidades de produção, o herói pilotará um Porsche Cayenne Turbo GT personalizado, fruto de uma parceria oficial com a montadora alemã.
Craft sanguíneo e troca de câmera instantânea
Requiem permite alternar a qualquer momento entre câmera sobre-o-ombro e visão em primeira pessoa, algo inédito na série principal. Outro diferencial é a possibilidade de fabricar itens usando o sangue dos infectados, adicionando profundidade estratégica àquele dilema eterno: correr ou enfrentar?
DLSS 4.5, Ray Tracing e o que isso significa para o seu hardware
O motor gráfico RE Engine foi atualizado para DLSS 4.5, que combina Super Resolution, Ray Reconstruction e Frame Generation. Na prática, jogadores com GPUs RTX 40-series podem dobrar a taxa de quadros em 1440p/4K sem sacrificar qualidade de imagem. Para quem ainda utiliza uma RTX 2060/3060, o DLSS tradicional segue habilitado, mas sem frame gen.
Embora os requisitos oficiais detalhados ainda não tenham sido divulgados, o histórico da franquia sugere o seguinte ponto de partida para desfrutar de RT:
- Mínimo com Ray Tracing: Intel Core i5-11400 ou Ryzen 5 5600 + 16 GB RAM + RTX 2060 12 GB ou RX 6700 XT;
- Recomendado (2K/60 fps): Core i5-12400F ou Ryzen 5 7600 + 32 GB RAM + RTX 4070 ou RX 7800 XT;
- Ultra (4K/120 fps com DLSS Frame Gen): Core i7-14700K ou Ryzen 7 7800X3D + 32 GB DDR5 + RTX 4080 Super.
Se você pensa em atualizar, vale observar que modelos como a RTX 4070 Super e a recém-chegada RTX 4060 Ti 16 GB vêm aparecendo com preços agressivos em promoções relâmpago — especialmente em kits que já incluem jogos ou cupons de saldo Steam.
Imagem: Internet
Edições, bônus e colecionáveis
Quem garantir a pré-compra recebe o traje Apocalypse para ambos os personagens. A Deluxe Edition adiciona roupas extras, skins de armas e filtros estéticos. Fora da tela, a Capcom fechou parceria com a Hamilton para lançar dois relógios de edição limitada (2 000 unidades cada) inspirados nos modelos usados por Grace e Leon — itens que tendem a sumir rápido do mercado de colecionáveis.
Switch 2, controles temáticos e mais Resident Evil no horizonte
O anúncio ainda confirmou um Pro Controller para Nintendo Switch 2 personalizado e as versões Gold de Resident Evil 7 e Village para o híbrido da Nintendo, ambos no mesmo dia de Requiem. Ótima notícia para quem quer completar a biblioteca portátil da franquia.
O que esperar e como se preparar
Resident Evil Requiem promete ser mais do que “apenas” o próximo título numerado da saga: trata-se de um laboratório que junta a velha essência de medo, introduz novas mecânicas de craft e eleva o patamar gráfico com DLSS 4.5. Se você pretende vivenciar o terror cheio de reflexos em tempo real e quadros extra, considere monitorar os preços de GPUs RTX 40 e de SSDs NVMe PCIe 4.0, que aceleram carregamentos dentro da RE Engine — upgrades que, aliás, também fazem toda diferença em shooters competitivos e em editores de vídeo.
No fim das contas, mesmo quem não está na caça de hardware novo deve ficar de olho: Requiem chega para PC, PlayStation, Xbox e nuvem com cross-progressão via GeForce Now, facilitando jogar no desktop turbinado ou no notebook do dia a dia sem perder save nem performance.
Fevereiro de 2026 parece longe, mas o relógio já começou a contar. E aí, qual dos estilos vai dominar seu primeiro save: o terror vulnerável de Grace ou a pancadaria estilosa de Leon?
Com informações de Adrenaline