Um lago na Flórida virou estúdio a céu aberto para o island hopping mais ousado já feito em uma moto. Em vez de câmeras cinematográficas, a Red Bull posicionou mais de 40 unidades do iPhone 17 Pro Max para registrar cada centímetro do percurso de 705 m do piloto Tyler Bereman. O resultado é um laboratório perfeito — e nada convencional — para testar sensores, estabilização e resistência do novo smartphone topo de linha da Apple.
Desafio Island Hopper: 15 saltos, até 45 m cada
Idealizado pelo designer de pistas Jason Baker, o trajeto consistia em seis ilhas artificiais unidas por rampas flutuantes elevadas entre 60 cm e 1,2 m acima d’água. Bereman teve de alinhar velocidade de 64 km/h e timing milimétrico para evitar que a moto de 100 kg mergulhasse. Um erro significaria perder equipamento, recorde e talvez o fôlego — literalmente.
Engenharia de precisão: 18 meses de pré-produção
A equipe construiu uma réplica completa na Califórnia para treinar traçados e velocidades ideais. De volta à Flórida, scanners 3D mapearam cada rampa, garantindo margens de erro de poucos milímetros. Foram mais de 1.500 horas de construção e todas as estruturas são desmontáveis, reduzindo impacto ambiental.
Segurança digna de pit-stop
Bereman passou por sessões de apneia para aprender a escapar debaixo d’água caso algo desse errado. Do lado de fora, a lenda do wakeboard Parks Bonifay estava em prontidão para resgate.
Por que 40 iPhones 17 Pro Max?
A escolha de filmar tudo com smartphones em vez de GoPros ou câmeras de cinema não é simples marketing. O iPhone 17 Pro Max traz um conjunto triplo de sensores de 48 MP, estabilização ótica de 2ª geração (sensor-shift 3D) e gravação ProRes 8K a 60 fps, além de um novo modo Action Mode 2.0 que suaviza vibrações mais brutas — perfeito para captar saltos de 45 m em luz natural variável.
Ao posicionar aparelhos na moto, no peito do piloto, em drones FPV e nas ilhas, a Red Bull pôde explorar:
- Captura multi-ângulo sincrônica sem cabos ou rigs pesados.
- Integração imediata com o ecossistema ProRes, acelerando a pós-produção em Macs Apple Silicon.
- Teste de resistência a impacto, respingos e variações de luz que poucos cenários oferecem.
Comparativo rápido: iPhone 17 Pro Max vs. câmeras de ação líderes
• GoPro Hero 12 Black – grava 5.3K/60 fps, mas precisa de housing para impactos severos.
• DJI Osmo Action 4 – sensor 1/1.3″ com 4K/120 fps; excelente HDR, mas sem ProRes.
iPhone 17 Pro Max – 8K/60 fps ProRes, estabilização óptica dupla e tela LTPO de 120 Hz para monitoramento ao vivo.
Imagem: William R
Na prática, o smartphone entrega arquivos prontos para edição de alta qualidade e ainda serve de monitor, algo que encurta prazos em produções de ação — um ponto que pode atrair criadores de conteúdo e atletas que gravam suas manobras de skate, BMX ou mountain bike.
Impacto para quem grava esportes radicais
Se um iPhone sobrevive a respingos, vibrações e aterrissagens bruscas de um desafio Red Bull, ele deve aguentar seu rolê de fim de semana. A Red Bull demonstra que, hoje, um smartphone premium pode substituir câmeras dedicadas em vários cenários, economizando peso na mochila e tempo de edição.
Tyler Bereman completou os 15 saltos na primeira tentativa, cruzou a linha de chegada exausto e jogou a moto no chão, mas as imagens capturadas — em slow motion, 8K e ângulos antes impossíveis — ficaram intactas. Missão dupla cumprida: recorde esportivo e vitrine tecnológica para o novo flagship da Apple.
Com informações de Hardware.com.br