A Xiaomi confirmou que apresentará ao mundo o UltraThin Magnetic Power Bank 5000 mAh 15 W em 28 de fevereiro, durante a Mobile World Congress (MWC) 2026, em Barcelona. O acessório chega para reforçar o crescente portfólio da marca no segmento de carregadores portáteis ― setor hoje dominado por nomes como Anker e Baseus ― e mira especialmente donos de smartphones que já aderiram ao ecossistema de recarga por magnetismo.
Por que esta bateria chamará atenção na feira
Com apenas 5.000 mAh distribuídos em um corpo de liga de alumínio e fibra de vidro antichamas, o power bank da Xiaomi bate de frente com a própria linha MagGo (Anker) e o MagSafe Battery Pack (Apple). A diferença? Ele oferece até 22,5 W no USB-C, contra os 20 W do concorrente da Apple, e mantém 15 W no modo sem fio, o teto máximo aceito oficialmente pelo padrão Qi para Androids topo de linha.
Carregamento magnético: até onde ele vai?
No modo MagSafe/qi magnético, o acessório entrega 7,5 W para iPhones (limite definido pela Apple) e até 15 W para modelos Xiaomi, Samsung Galaxy S e Google Pixel certificados. Quem procura algo para sessões prolongadas de streaming ou jogos como Genshin Impact ganha autonomia extra de 40% a 60%, a depender da eficiência energética do aparelho.
Carregar dois dispositivos ao mesmo tempo
Além do magnetismo, a porta USB-C possibilita conectar simultaneamente fones TWS, controles Bluetooth ou um segundo telefone. O sistema interno gerencia a distribuição de energia para evitar gargalos e mantém proteção em dez camadas contra sobreaquecimento, sobrecarga e curto-circuito ― especificação vital para quem leva a bateria na mochila próxima a notebooks, câmeras ou drones.
Ultrafino, mas resistente
A Xiaomi recorreu a células de íons de lítio de “grau smartphone”, mais densas e duráveis que as usadas em power banks genéricos. O resultado é um corpo que lembra o chassi de um premium phone de 6,1 pol., com espessura inferior a 12 mm. Isso facilita o encaixe no verso do telefone sem formar “calombo”, algo que usuários de carteiras MagSafe e gimbals agradecerão.
Disponibilidade e preço: o que esperar no Brasil
O acessório já está à venda no Japão, Austrália, Reino Unido e parte da Europa por A$ 69,50 (cerca de R$ 254 na conversão direta). Tradicionalmente, os periféricos da Xiaomi custam entre 15% e 25% a mais no mercado nacional por impostos e logística; mesmo assim, ficaria abaixo dos R$ 500 cobrados por soluções de marcas rivais em território brasileiro. A expansão global, anunciada para ocorrer logo após a MWC, deve incluir América Latina ainda no primeiro semestre.
Imagem: Internet
Vale ficar de olho?
Se você já usa acessórios magnéticos ou pretende migrar para o padrão Qi2, o UltraThin Magnetic Power Bank surge como uma alternativa equilibrada entre portabilidade e potência. Para quem joga, produz Reels ou viaja muito, os 22,5 W via cabo podem ser o diferencial na hora de encher rapidamente um celular gamer ou um tablet compacto sem depender de tomada.
No estande da Xiaomi, o power bank dividirá holofotes com o flagship Xiaomi 17 Ultra, os fones Redmi Buds 8 Pro e o localizador Xiaomi Tag. A estratégia é clara: mostrar um ecossistema de acessórios que converse entre si e, de quebra, fisgar o consumidor que busca soluções práticas para o dia a dia conectado.
Com os grandes nomes do setor investindo pesado em recarga magnética e baterias cada vez mais finas, a disputa por espaço na mochila dos usuários vai esquentar em 2026 ― e a Xiaomi quer sair na frente.
Com informações de Mundo Conectado