O torcedor brasileiro vai sentir o apito da tecnologia já na temporada 2026. A Confederação Brasileira de Futebol (CBF) concluiu a instalação de um sistema de impedimento semiautomático baseado em 28 unidades do inédito iPhone 17 Pro no estádio do Maracanã. A solução, desenvolvida em parceria com a britânica Genius Sports, replica o recurso usado desde 2023 na Premier League e coloca o Brasileirão no mesmo patamar das grandes ligas europeias.
Como funciona o impedimento semiautomático
O sistema SAOT (Semi-Automated Offside Technology) mapeia até 29 pontos do corpo de cada atleta graças à combinação de câmeras 4K a 100 quadros por segundo e algoritmos de machine learning. Enquanto a jogada acontece, um modelo 3D da partida é renderizado em tempo real; quando o passe decisivo parte, a inteligência artificial indica, em média em menos de um minuto, se havia ou não impedimento. Na Premier League, a taxa de acerto reportada é de 97,8%, bem acima das linhas 2D do VAR tradicional.
Por que o iPhone 17 Pro foi escolhido
A Genius já utiliza iPhones em projetos na Inglaterra, Bélgica e México, mas a versão 2026 eleva o sarrafo. Rumores apontam que o iPhone 17 Pro adotará o chip A19 Pro, gravado em 2 nm, GPU com ray tracing de terceira geração e um novo sensor de 1” na câmera principal — recursos que explicam a captura em 4K/100 fps sem queda de desempenho. Para evitar superaquecimento durante os 90 minutos, os smartphones foram acomodados em rigs com coolers dedicados.
Na prática, a CBF optou pelo iPhone por três motivos:
- Uniformidade de hardware – todos os dispositivos rodam o mesmo chip, reduzindo variáveis de calibração;
- Ecossistema fechado – segurança de dados e criptografia ponta a ponta nativa do iOS;
- Compatibilidade com o Dragon Software da Genius, licenciado exclusivamente para iOS.
Benefícios diretos para o torcedor
Menos tempo parado, mais bola rolando. Com a decisão de impedimento chegando em até 60 segundos, o cronômetro sofre menos interrupções. Além disso, a CBF promete liberar animações 3D em telões e transmissões, permitindo que o fã veja a mesma reconstrução virtual entregue ao árbitro de vídeo. Na Premier League, a transparência desse recurso reduziu em 27% as queixas formais de clubes quanto às marcações.
Comparativo rápido: SAOT x VAR 2D
Precisão: 97,8% (SAOT) vs. ~92% (VAR).
Tempo médio de análise: 55 s (SAOT) vs. 120 s (VAR).
Dimensionamento do corpo: 3D completo vs. apenas partes visíveis em 2D.
Equipamentos: 12 suportes/28 câmeras 4K vs. 8 a 10 câmeras HD convencionais.
Calendário e estádios da primeira fase
A Genius estima dois dias para instalar o kit em cada arena e quatro meses de treinamento dos operadores. A primeira leva inclui:
Imagem: Internet
- Maracanã – Rio de Janeiro (piloto já concluído);
- Nilton Santos – Rio de Janeiro;
- Arena MRV – Belo Horizonte;
- Mineirão – Belo Horizonte;
- Mangueirão – Belém.
Segundo Netto Góes, presidente do Grupo de Trabalho de Arbitragem, o cronograma é apertado, mas todas as 20 casas da Série A deverão receber o SAOT até a 5ª rodada do Brasileirão 2026.
Impacto no mercado e no bolso do consumidor
Embora o iPhone 17 Pro ainda não tenha data oficial de anúncio, seu uso profissional antecipa tendências para os modelos que chegarão às prateleiras (e às vitrines da Amazon) no segundo semestre de 2026. Recursos como gravação 4K/100 fps, processamento térmico e estabilização avançada devem aparecer em futuras fichas técnicas, balizando o preço de iPhones anteriores e até de rivais Android focados em câmera.
Para quem grava gameplays, faz lives ou quer substituir câmeras dedicadas, é sinal de que smartphones topo de linha continuam encurtando a distância para equipamentos profissionais. Se o uso no futebol brasileiro provar a robustez do hardware, a adoção no mercado consumidor deve ganhar tração — algo que já vimos acontecer com drones e câmeras de ação após eventos esportivos.
No fim das contas, o torcedor vai comemorar dois gols: partidas mais justas e a chegada de uma tecnologia que, em breve, poderá estar no seu bolso.
Com informações de Mundo Conectado